Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Guedes diz que Brasil deve ser o segundo país em ranking de governo digital

    Segundo o ministro, dados preliminares do Banco Mundial apontam avanço do Brasil da sétima para a segunda colocação

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma que o Brasil está cada vez mais forte internacionalmente
    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma que o Brasil está cada vez mais forte internacionalmente Edu Andrade/Ascom/ME

    Elis Barretoda CNN

    em Brasília

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil deve se tornar, em breve, o segundo país no ranking de governos digitais do mundo. O ministro participou de evento da Organização as Cooperativas Brasileiras (OCB), nesta terça-feira (25). Segundo Guedes, o Brasil atualmente ocupa a sétima colocação no ranking mundial de governo digital.

    “Estou dando em primeira mão aqui, vamos subir bastante nesse ranking, esse estudo está sendo feito no Banco Mundial, e aparentemente o Brasil está saindo do sétimo lugar, em direção ao segundo lugar no mundo. O Brasil é o primeiro das Américas, e possivelmente vai ser o segundo melhor governo digital do mundo.”, afirma o ministro.

    Guedes ressalta, entretanto, que são ainda informações preliminares e o resultado não está oficializado, mas garante que o Brasil está cada vez mais forte  internacionalmente.

    Ainda durante a conversa, Guedes atribuiu a “petistas dentro ministério” o vazamento de um estudo feito pela pasta, sobre retirar do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) a previsão de deduções com despesas médicas e educacionais.

    O ministro já havia negado a informação ao analista da CNN, Gustavo Uribe. A resposta de Guedes se refere a uma matéria publicada nesta terça-feira (25) pelo jornal O Estado de São Paulo. A reportagem traz a informação de que a equipe do ministro da Economia defendeu por escrito o fim dos descontos com despesas médicas e de educação no IRPF.

    Segundo o ministro, ele próprio recusou a mudança nas deduções, que chegou a ser estudada quando o governo federal enviou, em 2020, ao Congresso Nacional a proposta de reforma tributária.

    Guedes reiterou ainda que o governo irá dar os reajustes do salário-mínimo, aposentadorias, BPC e do salário de servidores corrigidos pela inflação, e até com aumento real.