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    Hapvida anuncia venda de imóveis e contrata bancos para potencial IPO

    Proposta prevê "cap rate" anual de 8,50% e reajuste anual pelo IPCA, com prazo de locação de 20 anos, com opção de renovação por mais 20 anos

    Considerando o preço de fechamento da véspera, de R$ 2,22, o potencial follow-on totaliza cerca R$ 877 milhões.
    Considerando o preço de fechamento da véspera, de R$ 2,22, o potencial follow-on totaliza cerca R$ 877 milhões. Falcão Jr/Hapvida

    da Reuters

    A Hapvida anunciou na noite de segunda-feira (27) venda de 10 imóveis de controladas da companhia em contratos de R$ 1,25 bilhão acertados com um veículo de investimento da família Pinheiro (LPAR), controladora da empresa.

    A proposta da LPAR prevê cap rate anual de 8,50% e reajuste anual pelo IPCA, com prazo de locação de 20 anos, com opção de renovação por mais 20 anos.

    A empresa de saúde também divulgou na véspera que engajou o Bank of America Merrill Lynch, o UBS Brasil, o BTG Pactual e o Itaú BBA para analisar a viabilidade e estruturar uma potencial oferta pública subsequente de ações ordinárias, integralmente primária, da ordem de 395.207.520 ações.

    Considerando o preço de fechamento da véspera, de R$ 2,22, o potencial follow-on totaliza cerca R$ 877 milhões.

    A família Pinheiro, na qualidade de acionista controladora da companhia, se comprometeu a exercer seu direito de prioridade, subscrevendo ações a serem emitidas pela companhia no valor de R$ 360 milhões.

    “O SLB (venda e aluguel pela empresa) e o potencial follow-on, com a expressiva participação da família Pinheiro, demonstram o comprometimento da companhia e a convicção dos controladores e atuais administradores da Hapvida na resiliência do seu modelo de negócios”, destacou a empresa no fato relevante.

    “Essa postura da administração evidencia, também, sua visão conservadora em relação à liquidez e endividamento da companhia.”

    As ações da Hapvida têm sofrido na bolsa paulista, renovando mínimas históricas, em meio a preocupações sobre a solvência da empresa. Em 2023, os papéis contabilizam um tombo de 56,3%.