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    Índice de preços ao produtor no Brasil acelera 1,11% em outubro, diz IBGE

    Das 24 atividades analisadas, IBGE apontou que 14 registraram variações positivas

    Resultado de outubro levou o índice acumulado em 12 meses a uma queda de 6,13%, de deflação de 7,97% no mês anterior
    Resultado de outubro levou o índice acumulado em 12 meses a uma queda de 6,13%, de deflação de 7,97% no mês anterior 14/11/2007 - REUTERS/Paulo Whitaker

    de Reuters

    Os preços ao produtor no Brasil passaram a subir 1,11% em outubro, marcando o terceiro mês seguido de altas, informou Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (29).

    O Índice de Preços ao Produtor (IPP) vem mostrando aceleração da alta depois de avanços de 0,75% em agosto e de 1,06% em setembro.

    O resultado de outubro levou o índice acumulado em 12 meses a uma queda de 6,13%, de deflação de 7,97% no mês anterior.

    Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que 14 registraram variações positivas – as maiores variações foram em bebidas (6,12%), indústrias extrativas (5,26%), outros equipamentos de transporte (2,19%) e alimentos (2,00%).

    Já as maiores influências vieram de alimentos (0,48 ponto percentual), indústrias extrativas (0,26 p.p.), bebidas (0,15 p.p.) e refino de petróleo e biocombustíveis (0,10 p.p.).

    “Esta sequência de três meses com resultados positivos da indústria vem após seis meses seguidos de queda. De agosto a outubro, a alta acumulada é de 2,96%. Apesar disso, o IPP ainda não foi capaz de reverter os resultados negativos nos índices de longo prazo”, disse Murilo Alvim, analista do IPP no IBGE.

    O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.

    Veja também: Prévia da inflação sobe 0,33% em novembro