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    Itaú eleva projeção para PIB do 1º trimestre de zero para alta de 0,3%

    De acordo com a instituição, indicadores diários do banco e índices da confiança da FGV mostram impacto moderado da segunda onda da pandemia

    Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro
    Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro Foto: Sergio Moraes/Reuters (29.abr.2019)

    Por Maria Regina Silva, do Estadão Conteúdo

     O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2021 deve apresentar crescimento de 0,3% em relação aos três últimos meses de 2020, e não mais registrar taxa zero, conforme o Itaú Unibanco destaca em seu cenário de revisão.

    De acordo com a instituição, indicadores diários do banco e índices da confiança da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram impacto moderado da segunda onda da pandemia do novo coronavírus sobre a atividade econômica.

    “Métricas de isolamento social subiram significativamente menos que na primeira onda, e o consumo de serviços, que poderia sofrer o maior impacto negativo, está com apenas uma leve queda em janeiro. A confiança do empresário (FGV) no setor de serviços também teve queda leve, bem menor do que a ocorrida na primeira onda de coronavírus”, argumenta a nota.

     

    Para o PIB fechado em 2021, o Itaú manteve a projeção de alta em 4,0%, ponderando que a maior incerteza em relação ao cenário é o ritmo e eficácia da vacinação contra a covid-19.

    “Há chances de crescimento acima do projetado se a imunização ocorrer de forma relativamente célere e eficaz”, explica.

    Para 2022, o banco vê desaceleração da expansão econômica para 2,5%, devido ao efeito base (nível do PIB de 2021 significativamente acima do PIB de 2020) e à redução do estímulo monetário. Em relação ao PIB do ano passado, o banco mantém a projeção de queda de 4,1%.