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    Justiça manda AGU e Petrobras explicarem alta dos combustíveis em até três dias

    Ação pede suspensão do reajuste dos combustíveis anunciado pela estatal, mas Justiça quer explicações ante de decisão

    Larissa Rodriguesda CNN

    em Brasília

    A Justiça Federal do Distrito Federal deu 72 horas para que a Advocacia Geral da União (AGU) e a Petrobras expliquem o aumento no valor dos combustíveis nas refinarias.

    A solicitação para a manifestação acontece após um pedido de liminar apresentado pela Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas.

    A Frente, junto a sindicatos e associações das categorias, foi à Justiça pedir a suspensão do aumento preço dos combustíveis anunciado pela estatal na quinta-feira (10). No entanto, antes de julgar o pedido, a 9ª Vara do Distrito Federal pediu para que a AGU e a Petrobras prestem informações em até três dias.

    A frente alega que o reajuste de 18,8% na gasolina, 24,9% no diesel e de 16,1% no gás de cozinha é “é uma facada nos caminhoneiros”.

    Segundo o deputado Nereu Crispim (União Brasil/RS), presidente da frente parlamentar, os caminhoneiros foram traídos pelo Poder Público e por isso é preciso uma interferência da Justiça.

    Assinam a ação o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Guarulhos (SP) e o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Jundiaí (SP). Procuradas, a Petrobras e a AGU ainda não se manifestaram.

    A assessoria da AGU informou, procurada pela CNN, que “se manifestará nos autos do processo judicial quando cabível”.