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    Na China, Haddad pede sensibilidade do Congresso e harmonia com BC para avanço da economia

    Ministro afirmou ainda que com andamento da agenda fiscal do governo federal é “natural” que o real se estabeleça em “patamar mais adequado”

    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), concede entrevista coletiva em viagem oficial à China
    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), concede entrevista coletiva em viagem oficial à China Reprodução/CNN

    Danilo Moliternoda CNN

    São Paulo

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu colaboração entre os Poderes e harmonia entre as políticas fiscal e monetária — regida pelo Banco Central (BC) — para que a economia brasileira avance. O petista concedeu entrevista a jornalistas durante viagem à China nesta sexta-feira (14).

    “Não adianta eu fazer um trabalho e o Banco Central não acompanhar o movimento para convergir para uma política sustentável de crescimento com baixa inflação, distribuição de renda, sustentabilidade. E penso que esse movimento está sendo compreendido”, disse.

    Haddad ainda mencionou conversas que teve com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), durante viagem à China. Ele disse ter discutido “prognósticos” para avanço da agenda fiscal do governo no legislativo.

    Ainda ao comentar a relação com o legislativo, o ministro pediu sensibilidade das casas ao analisar a agenda. O texto do novo marco fiscal será enviado ao Congresso Nacional na próxima segunda-feira (18). Haddad irá entregar pessoalmente o texto, segundo apurou a CNN.

    Haddad pede avanço da agenda fiscal para valorizar real

    O ministro afirmou ainda durante a coletiva que com o avanço da agenda fiscal do governo federal é “natural” que o real se estabeleça em “patamar mais adequado”.

    Na quinta-feira (13), o dólar recuou 0,27%, em seu terceiro dia seguido de perdas, cotado a R$ 4,927.

    “Sempre achei que o real está muito desvalorizado e que se fizermos as mudanças que estamos fazendo, se o Congresso for sensível com nossa agenda fiscal, se formos bem-sucedidos na frente do judiciário, com temas de impacto fiscal forte, penso que será natural o real voltar a um patamar mais adequado”, disse.