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Lucro recorrente do BNDES cresce 14% nos primeiros 9 meses do ano

Lucro contábil somou R$ 17,2 bilhões no período, queda de 9% ano a ano, o que o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, relacionou à redução do pagamento de dividendos pela Petrobras

da Reuters
Logo do BNDES na sede do banco de fomento no Rio de Janeiro
Logo do BNDES na sede do banco de fomento no Rio de Janeiro  • 08/01/2019 REUTERS/Sergio Moraes
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O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou lucro recorrente de R$ 11,2 bilhões entre janeiro e setembro, crescimento de 14,2% sobre o mesmo período do ano passado, informou o banco de fomento nesta sexta-feira (14).

O lucro contábil somou R$ 17,2 bilhões nos primeiros nove meses do ano, queda de 9% ano a ano, o que o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, relacionou à redução do pagamento de dividendos pela Petrobras.

No final de setembro, a carteira de crédito expandida somava R$ 616 bilhões, 5,3% acima de montante registrado ao final de dezembro de 2024 e maior valor nos últimos nove anos.

Os desembolsos no período cresceram 17%, para R$ 101,9 bilhões, enquanto as aprovações de novas operações de crédito ficaram estáveis, em R$ 139,2 bilhões. O volume de consultas subiu 3%, para R$ 266,5 bilhões.

De acordo com o diretor Financeiro e de Mercado de Capitais do banco, Alexandre Abreu, o quarto trimestre deve mostrar um crescimento robusto nas aprovações de financiamentos do BNDES.

Segundo o executivo, apenas no terceiro trimestre, o banco teve um lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões.

O balanço do BNDES mostrou também que a carteira de participações societárias atingiu R$ 83,6 bilhões no final de setembro, aumento de 1,8% em relação à posição de dezembro de 2024, pela valorização de investimentos em empresas não coligadas e alienações de ações.

As principais empresas investidas em termos de carteira total continuam sendo Petrobras, JBS, Eletrobras e Copel.

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