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    Petróleo fecha em alta de mais de 1% com menor tensão no setor bancário

    Petróleo virou para o positivo e se fixou em alta, após reportagem indicar que bancos estão em negociação por um pacote de injeção de capital no First Republic Bank

    Ainda, a Capital Economics aponta para riscos para os preços das commodities nas próximas semanas
    Ainda, a Capital Economics aponta para riscos para os preços das commodities nas próximas semanas REUTERS/Christian Hartmann/Foto de arquivo

    Natália Coelho, do Estadão Conteúdo

    Os contratos futuros mais líquidos do petróleo fecharam em alta nesta quinta (16) em sessão volátil e recuperando parte das fortes perdas de ontem, seguindo a volta do apetite por risco em Wall Street após o arrefecimento das preocupações quanto ao setor bancário.

    Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril de 2023 fechou em alta de 1,09% (US$ 0,74), a US$ 68,35 o barril, enquanto o Brent para maio, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), fechou em alta de 1,37% (US$ 1,01), a US$ 74,70 o barril.

    O petróleo virou para o positivo e se fixou em alta, após reportagem do The Wall Street Journal indicar que Morgan Stanley e JPMorgan estão em negociação por um possível pacote de injeção de capital no First Republic Bank, aumentando o apetite de risco por Nova York e estimulando a alta de commodities. A CNBC revelou que um grupo de bancos estuda depositar US$ 20 bilhões na instituição financeira.

    A melhora no clima reverteu o impacto negativo da decisão do Banco Central Europeu (BCE) de subir juros em 50 pontos-base, apesar de incertezas bancárias, o que havia pesado sobre a commodity.

    Segundo o analista Edward Moya, da Oanda, “os operadores podem ficar confiantes de que este será o último aumento de taxa do BCE e que, na próxima semana, o Fed irá parar, depois de entregar mais um”, prevê.

    Ainda, a Capital Economics aponta para riscos para os preços das commodities nas próximas semanas. Segundo análises, “os riscos negativos para nossas projeções, que recentemente atribuímos a taxas de juros mais altas, agora incluem o estresse do setor bancário”.