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    PL deve votar contra a reforma tributária caso votação ocorra hoje, diz líder do partido

    Membros do PL se reúnem na manhã desta quinta-feira para debater o tema; estão presentes no encontro o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro

    Danilo Moliternoda CNN

    São Paulo

    O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse em entrevista a jornalistas que caso a reforma tributária vá ao plenário da Câmara nesta quinta-feira (6) seu partido recomendará voto contrário à medida.

    Membros do PL se reúnem na manhã desta quinta-feira para debater o tema. Estão presentes no encontro, que acontece em Brasília, o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro.

    “Caso a votação se encaminhe, apesar dos apelos por bom senso que estamos preconizando aqui, para acontecer hoje, nós lamentamos, mas o PL provavelmente vai votar contra”, disse Marinho.

    A orientação do partido não define o voto dos 99 parlamentares que compõem sua bancada na Câmara. Mesmo que a sigla recomende a votação contrária, os deputados devem se posicionar de maneira heterogênea.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), marca presença no encontro e tenta “virar” a posição do PL. Também estão na reunião o candidato a vice na chapa e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro, Walter Braga Netto, e a presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro.

    Marinho indica que o PL pede o adiamento da votação. O líder considera o tema complexo e vê as negociações ocorrendo “a toque de caixa”. Entre outras coisas, ele pede mais cálculos da Receita Federal sobre possíveis impactos da medida.

    “Pelo bem do país, era importante que tivéssemos a possibilidade de aguardarmos os impactos que esse texto finalizado vai ocasionar à sociedade brasileira”, apontou o senador.

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