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    Sem sinalização do governo, servidores do BC se reúnem no dia 29 sobre greve

    "Se não houver nada até sexta-feira, a gente decide a continuidade da greve", diz líder do sindicato

    Thaís Barcellos, do Estadão Conteúdo

    O presidente do Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal), Fábio Faiad, afirmou nesta segunda-feira (25) ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a categoria se reúne na sexta-feira (29) às 14 horas, para definir os rumos da greve, que foi suspensa na semana passada entre os dias 20 de abril e 2 de maio.

    Segundo Faiad, até o momento, não houve sinalização do governo sobre análise da contraproposta feita pela categoria para o reajuste salarial reivindicado para este ano ou mesmo sobre nova proposta.

    O líder sindical afirma que a categoria avalia o aumento de 5% estudado pelo governo insuficiente e propôs que o reajuste pedido de 27% valha a partir de julho, e não seja mais retroativo a janeiro de 2022. “Se não houver nada até sexta-feira, a gente decide a continuidade da greve.”

    Mesmo que a greve esteja suspensa até dia 2, Faiad explica que a assembleia precisa ocorrer antes, pois é preciso avisar a administração do órgão sobre um possível retorno da paralisação com 72 horas de antecedência.

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