Justiça paraguaia mantém prisão de Ronaldinho e Assis até fim das investigações


Da CNN Brasil, em São Paulo
07 de março de 2020 às 17:10 | Atualizado 07 de março de 2020 às 17:16

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, com procuradores no Paraguai

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, com procuradores no Paraguai

Foto: Divulgação/MP do Paraguai

A Justiça do Paraguai manteve neste sábado, 7, a prisão preventiva de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Assis até o fim das investigações. Eles são suspeitos de falsificação de documentos após terem ingressados no país com passaportes falsos. 

Ronaldinho e Assis estão presos desde a noite da sexta-feira (6) em Assunção. Os i. Segundo a fonte do MP ouvida pela CNN Brasil, as autoridades temiam que os irmãos fugissem do país. 

Procuradores paraguaios chegaram a anunciar, também na sexta-feira, que Ronaldinho e Assis não seriam formalmente acusados pelo porte dos documentos adulterados. O jogador teria reconhecido sua culpa e aceitado cumprir uma punição alternativa.

O cenário mudou, no entanto, diante do risco de fuga dos dois para o Brasil, de onde não poderiam ser extraditados. 

Antes da prisão, o advogado dos irmãos, Adolfo Marin, disse não saber por que motivo seus clientes usaram passaportes paraguaios. Por causa do Mercosul, brasileiros podem entrar no Paraguai portando a carteira de identidade.

O advogado não foi localizado pela CNN Brasil após a prisão.