‘Após ano perdido, handebol quer se encontrar em Tóquio’, diz Babi

Goleira da seleção feminina diz que jogadoras estão focadas na competição e estudam Comitê Olímpico Russo, primeiro adversário; estreia será na noite de sábado

Murillo Ferrari, da CNN, em São Paulo; Produzido por Bruno Oliveira, da CNN, em São Paulo

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Sem oportunidades para treinar em 2020 em razão da pandemia do novo coronavírus, a seleção brasileira feminina de Handebol espera reencontrar seu jogo e fazer uma boa participação na Olimpíada de Tóquio, afirmou nesta terça-feira (20) à CNN a goleira da equipe, Bárbara Arenhart, a Babi.

“Acredito que o ano que passo foi um ano perdido porque não conseguimos ganhar um ano de treinamento – pelo contrário, não nos encontramos”, disse a defensora, que integrou o elenco campeão mundial em 2013 e disputou os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, no qual a seleção acabou em 5º lugar.

“Agora estamos totalmente focadas nos Jogos, estamos estudando as adversárias do primeiro jogo. Tudo que passou, até a questão da pandemia, está muito fora do que a gente tem em mente hoje”, completou.

A seleção brasileira estreia na Olimpíada de Tóquio contra o Comitê Olímpico Russo – nome sob o qual a Rússia, atual campeã olímpica, disputará os Jogos – no domingo (25), às 11h (23h de sábado, 24, em Brasília).

No torneio feminino, o Brasil está no Grupo B e também terá pela frente rivais como França (campeã mundial em 2017), Espanha (vice do mundo há dois anos), Suécia e Hungria.

As partidas do handebol na Olimpíada serão realizadas no Yoyogi National Gymnasium.

Partidas sem público

Para Babi o fato de os jogos serem disputados sem torcida não deve causar grande impacto, já que a mais recente temporada esportiva do handebol também foi jogada dessa forma em razão da pandemia.

“Nossa temporada foi totalmente sem público, sem barulho. No começo, foi superestranho escutar todas as vozes, ouvir todas as informações. Agora, isso virou o nosso normal”, disse.

Babi defende a seleção brasileira de handebol em partida contra Montenegro
Bárbara Arenhart, a Babi, defende a seleção brasileira de handebol em partida contra Montenegro
Foto: Carmen Jaspersen – 8.dez.2017/picture alliance via Getty Images

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