F1 vai incluir mais corridas na Europa no calendário; GP do Brasil corre risco

Além da prova brasileira, disputas no México e nos Estados Unidos também podem ficar de fora na temporada da Fórmula 1

Equipe Ferrari de Fórmula 1; categoria ainda busca opções para fechar o calendário (01.set.2019)
Equipe Ferrari de Fórmula 1; categoria ainda busca opções para fechar o calendário (01.set.2019) Foto: Valdrin Xhemaj/Reuters

Alan Baldwin da Reuters

Ouvir notícia

A Fórmula 1 deve incluir mais corridas europeias no calendário, já que grandes prêmios na Ásia e nas Américas (incluindo o GP do Brasil) provavelmente serão cancelados devido à pandemia de Covid-19.
A programação atual tem oito provas, todas na Europa, mas a categoria espera ter uma temporada com 15 a 18 disputas.

Austrália, Mônaco, Holanda e França foram canceladas e fontes indicaram que as corridas em Azerbaijão, Cingapura e Japão seriam as próximas na lista. Os GPs do Brasil, México e Texas (EUA) também estão incertos.

“Temos muitas opções diferentes e estamos muito confiantes que teremos uma ótima segunda metade da temporada”, disse Ross Brawn, diretor-gerente de automobilismo, ao site Formula 1.

“Há uma contingência para se prolongar a temporada europeia com mais uma ou duas corridas, se necessário.”

“Acredito que Barein e Abu Dhabi vão fechar a temporada, pelo que podemos ver no momento. Isso nos dá 10. Vamos encontrar pelo menos cinco ou seis boas corridas no meio”, completou.

A temporada da F1, paralisada antes da prova de abertura na Austrália em 15 de março, deve começar sem torcedores na Áustria, em julho.

Também haverá duas corridas no circuito britânico de Silverstone em agosto, com outras provas na Hungria, Espanha, Bélgica e Itália.

Cingapura e Baku são circuitos de rua com um longo tempo de espera, o que significa que uma decisão será tomada logo, enquanto Japão parece improvável, após o cancelamento da prova de MotoGP.

A temporada deve terminar em Abu Dhabi em dezembro, depois do Barein, que pode receber duas corridas.

Tópicos

Mais Recentes da CNN