Seleção brasileira: Bruno Guimarães, do Lyon, é convocado para vaga de Casemiro

Casemiro, também do Real Madrid, foi diagnosticado com Covid-19 neste sábado

O atleta Bruno Guimarães, convocado pela seleção brasileira
O atleta Bruno Guimarães, convocado pela seleção brasileira Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Ouvir notícia

O carioca Bruno Guimarães, de 22 anos, que joga no francês Lyon é o mais novo convocado de Tite para a seleção brasileira, que entra em campo na próxima sexta-feira (13) contra a Venezuela pela segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo do Catar 2022.  

O meia-campista vai substituir Casemiro, do Real Madrid, que testou positivo para o novo coronavírus neste sábado (7) e terá de cumprir quarentena.  ncio foi feito na tarde deste sábado (7). O anúncio da convocação foi feito por meio de nota oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), horas depois de o Real Madrid confirmar a contaminação por Covid-19 do brasileiro Casemiro e do belga Hazard.  

Leia também:
Jogadores da seleção e CBF doam R$ 5 milhões para afetados por Covid-19
Correspondente Médico: Qual o papel da mente no desempenho dos atletas?

O jogador do Lyon já estava na lista de suplentes de treinador Tite. Bruno Guimarães foi relacionado pelo técnico André Jardine, da seleção olímpica, que disputará neste mês dois jogos preparatórios na data Fifa.

Os 24 convocados já se apresentam na próxima segunda-feira (9) para iniciar a preparação física na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).  O Brasil enfrenta a Venezuela na sexta (13), no Estádio do Morumbi, na capital paulista, e quatro dias depois duela com o Uruguai, no Estádio Centenário, em Montevidéu. 

Com o corte de Casemiro neste sábado (7), chega a cinco o número de jogadores cortados da lista original de convocados, anunciada no último dia 23. Já deixaram o elenco Philippe Coutinho, do Barcelona, Fabinho, do Liverpool, e Rodrigo Caio, do Flamengo, os três lesionados, além de Éder Militão, do Real Madrid, também diagnosticado com Covid-19.

Mais Recentes da CNN