Presidente da Colômbia diz que líder da guerrilha ELN foi morto durante operação

Andrés Felipe Vanegas Londoño, conhecido com Uriel, tinha um mandado de prisão emitido contra ele pelos crimes de homicídio agravado, sequestro e rebelião

Luis Ernesto Quintana Barney, da CNN
26 de outubro de 2020 às 07:34
Andrés Felipe Vanegas Londoño, conhecido como Uriel, chefiava a guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN)
Foto: Reprodução / Procuradoria-Geral da Colômbia via Reuters

O presidente da Colômbia, Iván Duque, informou nesse domingo (25) que o chefe da guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN), Andrés Felipe Vanegas Londoño, conhecido como Uriel, foi morto durante uma operação. A ação contou com a participação do Exército, da Polícia Nacional e de outras forças de segurança.

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“Nessa operação foi abatido um criminoso perigoso, que era responsável por delitos como sequestro, assassinato de líderes sociais, perseguição e assédio a populações, assassinato de soldados e policiais, e também de estruturar e estimular o recrutamento de menores e tentar fazer com que jovens de diferentes cidades se juntassem à organização que apoia o ELN”, afirmou Duque na cidade de Quibdó, em Chocó, ao detalhar a operação Odin.

O governo colombiano revelou, por meio de um comunicado, que durante a ação foram apreendidas “duas pistolas, munição para fuzil 5.56, 16 celulares, equipamentos de informática e de comunicações, além de documentos de interesse para a inteligência da Força Pública”.

Uriel tinha um mandado de prisão emitido contra ele pelos crimes de homicídio agravado, sequestro agravado e rebelião, de acordo com o comunicado. Também havia uma recompensa de cerca de US$ 131,4 mil por informações que levassem à “captura ou neutralização” do alvo.

(Texto traduzido. Leia o original em espanhol.)