Menino de 12 anos morre após explosão de granada comprada em antiquário nos EUA


Alisha Ebrahimji, da CNN
12 de janeiro de 2021 às 21:13
Ilustração em 3D de uma granada MK2
Ilustração em 3D de uma granada MK2
Foto: Divulgação

Um menino de 12 anos do estado da Virgínia morreu com a explosão de uma granada, que os investigadores acreditam ter sido comprada em uma loja de antiguidades na Carolina do Norte. Agora, as autoridades alertam que outras podem ter sido vendidas e podem estar ativas.

Pensava-se que as granadas estavam quimicamente inativas. Elas eram do modelo MK 2, o mesmo tipo utilizado na Segunda Guerra Mundial, de acordo com a Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos dos Estados Unidos (ATF, na sigla em inglês).

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A criança, cuja identidade foi preservada, morreu no dia 23 de dezembro de 2020 devido à explosão de uma granada que a ATF acredita ter sido comprada em 13 de junho no Fancy Flea Antique Mall na cidade de Shallotte, Carolina do Norte.

A CNN entrou em contato com a loja de antiguidades, mas não obteve resposta.

Quando a granada foi vendida, a agência disse que o vendedor e o comprador não acreditavam que as "granadas funcionassem ou fossem perigosas".

A ATF pede que outras pessoas que possam ter comprado uma granada na mesma loja entrem em contato com a agência, temendo que as "granadas compradas do vendedor possam conter explosivos ativos e ser perigosas para o público".

Esta não é a primeira vez que uma granada considerada inerte foi encontrada e estava comprovadamente ativa. Em dezembro de 2019, também na Carolina do Norte, uma granada ativa foi encontrada dentro de uma cômoda doada para a entidade Habitat ReStore, na cidade de Durham.

Um voluntário a encontrou e a tirou do prédio, e a polícia foi chamada. Não houve feridos.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).