Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Deliberação do julgamento de Donald Trump será retomada nesta quinta (30)

    Jurados deliberaram por mais de 4 horas nesta quarta-feira (29); eles solicitaram para que testemunhos fossem lidos novamente

    Donald Trump, candidato republicano à Presidência dos EUA e ex-presidente do país, em tribunal de Manhattan, em Nova York
    Donald Trump, candidato republicano à Presidência dos EUA e ex-presidente do país, em tribunal de Manhattan, em Nova York 16/05/2024 Steven Hirsch/Pool via REUTERS

    Da CNN

    O juiz Juan Merchan dispensou pelo dia o júri do julgamento do ex-presidente Donald Trump no caso em que ele é acusado de supostamente falsificar registros comerciais relacionados a um pagamento secreto a uma estrela de filmes adultos antes das eleições presidenciais de 2016.

    As deliberações recomeçarão nesta quinta-feira (30), segundo Merchan.

    Os jurados deliberaram por mais de 4 horas nesta quarta-feira (29) e enviaram duas notas.

    A primeira nota continha quatro pedidos para que testemunhos fossem relidos, segundo Merchan:

    • O testemunho de David Pecker sobre uma conversa telefônica com Donald Trump enquanto Pecker estava na reunião de investidores
    • O testemunho de Pecker sobre a decisão de não finalizar e financiar a cessão dos direitos à vida de Karen McDougal
    • O testemunho de Pecker sobre uma reunião da Trump Tower
    • O testemunho de Michael Cohen sobre a reunião da Trump Tower

    A segunda nota veio logo após a primeira, na qual os jurados solicitaram que as instruções para júri fossem relidas.

    “Nós, o júri, solicitamos uma nova audição das instruções do juiz”, pontuava a nota.

    Em Nova York, as instruções do júri não são entregues em um documento aos jurados. Elie Honig, analista jurídico da CNN, observou: “O juiz Juan Merchan leu ’50 e poucas páginas de instruções legais’ esta manhã”.

    Ele acrescentou que, embora a maioria dos juízes federais envie o documento real ao júri enquanto ele delibera, os tribunais do estado de Nova York proíbem essa prática.

    “É assim que os tribunais do estado de Nova York fazem. Eles são obstinados, estão presos ao passado, estão dificultando a vida do júri”, avaliou Honig.