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    Biden passa na Geórgia e reduz diferença na Pensilvânia; Trump perde na Justiça

    Vantagem do atual presidente nos estados caiu para menos de 100 mil e 10 mil votos, respectivamente; uma vitória na Pensilvânia elegeria Biden

    Donald Trump e Joe Biden
    Donald Trump e Joe Biden Foto: Al Drago e Brian Snyder/Reuters

    Luiz Raatz, da CNN, em São Paulo

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    A vantagem do presidente Donald Trump para o democrata Joe Biden no estado da Pensilvânia caiu para cerca de 18 mil votos na madrugada desta sexta-feira (6), com 95% das urnas apuradas. No início da quinta essa diferença era de cerca de 500 mil votos e, durante a noite, foi de 100 mil. 

    Na Geórgia, Biden ultrapassou Trump por volta das 6h40 (de Brasília) desta sexta. Durante a quinta, a diferença chegou a ser de 60 mil. 

    Com 20 votos no colégio eleitoral, a Pensilvânia pode decidir a eleição em favor de Biden, que atingiria 273 votos no colégio eleitoral, três a mais do que o necessário para ser eleito presidente. A Geórgia possui 16 delegados.

    Biden tem 253 delegados até a manhã desta sexta-feira, segundo projeção da CNN

    O restante dos votos na Pensilvânia vêm de grandes cidades como Filadélfia e Pittsburgh e foram enviados pelo correio, o que tem favorecido o democrata.

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    Segundo dados da apuração no estado, em média, de cada cinco votos enviados pelo correio em grandes centros urbanos na Pensilvânia, quatro são a favor de Biden. 

    O democrata ainda lidera em Nevada e no Arizona, que podem lhe dar mais 17 votos no colégio eleitoral, e está tecnicamente empatado com Trump na Geórgia, que dispõe outros 16 delegados.

    Em breve discurso em Delaware hoje, Biden voltou a pedir paciência para os eleitores. Ele lidera a apuração também no voto popular. 

    Com o caminho cada vez mais difícil no colégio eleitoral, o presidente Trump recorreu à Justiça para tentar parar a votação em estados nos quais Biden lidera. A Justiça já rejeitou pedidos em ao menos dois estados: Michigan e Geórgia.

    O presidente precisa vencer na Pensilvânia e Geórgia e superar Biden no Arizona ou em Nevada para se reeleger.

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    Dois processos abertos pela campanha de Donald Trump no Michigan e na Geórgia contra apuração de votos foram negados pela Justiça desses estados nesta quinta-feira (5).

    O tribunal do estado da Geórgia rejeitou o processo apresentado pelos republicanos para impedir “a contagem ilegal de votos recebidos após a eleição” na cidade de Savannah. O partido abriu o processo após um seus fiscal de urnas supostamente ter visto cédulas recebidas pelos correios que ainda não haviam sido processadas misturadas com cédulas que já estavam tabuladas.

    No documento, o partido Republicano e a campanha de Trump afirmam que “o processo de custódia das cédulas não foi seguido corretamente”.

    As cédulas em questão eram poucas em quantidade: uma pilha de três cédulas, e uma segunda pilha de 53 cédulas, de acordo com uma cópia dos registros do processo concedidos pelo partido.

    Na Pensilvânia, a contagem chegou a ser interrompida até que uma decisão da Corte de apelações da Filadélfia permitiu a presença de um membro da equipe de Trump no centro de apuração de votos. Uma vitória no estado garante 20 votos no Colégio Eleitoral. 

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