Novas formas de isolamento, 'coronavoucher' e mais da manhã de 26 de março


Da CNN, em São Paulo
26 de março de 2020 às 06:49 | Atualizado 26 de março de 2020 às 06:53

Novos modelos de isolamento sendo estudados pelo Ministério da Saúde, a votação do 'coronavoucher' no Congresso, o aumento da renda mínima para os mais pobres – defendido por Rodrigo Maia (DEM- RJ) –, o atrito entre governo federal e líderes estaduais e a aprovação do pacote trilionário nos EUA para combater os impactos econômicos do novo coronavírus são os destaques desta quinta-feira (26).

Isolamento Social

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta (DEM), afirmou que novos modelos de isolamento vão ser estudados. A declaração foi dada depois do presidente Jair Bolsonaro defender que apenas idosos fiquem em casa. Já o Vice-presidente Hamilton Mourão minimizou a declaração de Bolsonaro e disse que a população deve manter o isolamento social contra a doença.

Governadores e Bolsonaro

A relação de Bolsonaro com governadores continua em atrito. O presidente afirmou, no perfil que mantém no Twitter, que é mais fácil fazer demagogia diante de uma população assustada do que falar a verdade. A publicação veio depois do presidente discutir com os líderes estaduais durante uma videoconferência. 

Rodrigo Maia

O presidente da câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defende o aumento da renda mínima para os mais pobres. Durante participação no Fórum dos Governadores, Maia também criticou o mercado financeiro afirmando que enquanto eles vivem de estatística, os políticos lidam com vidas nesse momento de pandemia.

'Coronavoucher'

Pode ser votado ainda hoje (26) o chamado "coronavoucher". O benefício que pode chegar a R$ 500 por pessoa vai ser destinado aos trabalhadores informais de baixa renda. O novo valor foi acordado entre os líderes da Câmara dos Deputados e contraria indicação do governo federal, que tentou limitá-lo a, no máximo, R$ 300 mensais.


Estados Unidos 

O senado dos Estados Unidos aprovou o pacote de 2 trilhões de dólares para combater os impactos econômicos do novo coronavírus. O auxílio, que ainda será analisado pelos deputados, é o maior pacote de ajuda financeira de emergência da história americana.