As atitudes de Bolsonaro e Trump contra COVID-19 e mais notícias de 30 de março

As informações mais importantes do começo desta segunda-feira

Da CNN em São Paulo
30 de março de 2020 às 06:33 | Atualizado 30 de março de 2020 às 06:39

A votação do 'coronavoucher' no Senado, a possibilidade de um decreto que libera trabalhadores a retomarem seus postos de trabalho, a eficácia da quarentena total indicada em estudo e a mudança de discurso de Donald Trump sobre medidas de isolamento são os destaques da manhã de 30 de abril de 2020.

‘Coronavoucher’

O Senador pode aprovar, hoje, o chamado ‘coronavoucher’. O benefício de R$ 600 será destinado a profissionais autônomos sem renda fixa. A previsão é que o texto aprovado na Câmara não seja alterado pelos senadores.

Bolsonaro

A possibilidade de um decreto que libera trabalhadores para romperem com o isolamento e retomarem os postos de trabalho pode gerar uma nova rodada de embates com governadores de todo o país nesta semana. Neste domingo (29), Bolsonaro andou pelas ruas, passou por aglomerações e teve dois posts apagados pelo Twitter por violação de regras relacionadas a conteúdos sobre a COVID-19. A rede tem excluído conteúdos que ajudem a propagar informações falsas que comprometam a contenção da doença.

Contratos de trabalho

A medida provisória que suspende os contratos de trabalho deve ser reeditada nesta semana, com mais definições sobre o funcionamento. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o governo a fazer gastos extraordinários sem compensação orçamentária, como previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Casos no Brasil

Estudo indica que quarentena total pode salvar até 485 mil vidas brasileiras. O último balanço do Ministério da Saúde contabiliza 136 mortes e 4.256 casos confirmados do novo coronavírus. São Paulo segue registrando os maiores números, com 98 mortes e 1.451 casos confirmados.

Estados Unidos

O presidente americano Donald Trump mudou o discurso e, agora, recomenda que norte-americanos mantenham o isolamento até, pelo menos, 30 de abril. A princípio, o distanciamento social iria até amanhã (31). Especialistas alertam que o país pode ter até 200 mil mortes causadas pela COVID-19.