Substituição de Wassef no caso Queiroz e mais notícias de 22 de junho

As informações mais importantes do começo desta segunda-feira (22)

Da CNN
22 de junho de 2020 às 06:41 | Atualizado 22 de junho de 2020 às 06:52

 

A saída do advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef do caso Queiroz e o debate no Senado sobre o possível adiamento das eleições municipais são alguns dos destaques da manhã desta segunda-feira, 22 de junho de 2020.

Frederick Wassef

Em entrevista exclusiva à CNN, o advogado Frederick Wassef anunciou que deixará a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso Fabrício Queiroz. Wassef deve anunciar o substituto nesta segunda-feira (22). O advogado disse que tem sido "atacado" com a intenção de atingirem o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Fabrício Queiroz

A operação que prendeu Fabrício Queiroz será base da denúncia que o Ministério Público do Rio de Janeiro deve apresentar no caso da “rachadinha”. Um dos objetivos é identificar o personagem de codinome de "anjo". Essa pessoa seria a responsável por dar ordens a Queiroz e mantê-lo escondido em Atibaia, onde ele foi preso.

Eleições municipais

O ministro Luiz Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se reúne nesta segunda-feira (22) com o Congresso para tratar sobre o possível adiamento das eleições municipais de 2020. A data do primeiro e segundo turnos deverá ser votada na terça-feira (23). O relator da proposta, Senador Weverton Rocha (PDT-MA), afirmou à CNN que as datas previstas são 15 e 29 de novembro. Já líderes da Câmara dos Deputados querem modificar para 6 de dezembro. 

Weintraub

A ida do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para os Estados Unidos pode gerar um processo de improbidade administrativa, afirmam especialistas ouvidos pela CNN. Mas a avaliação é que ainda é cedo para falar numa possível extradição dele para o Brasil. Weintraub pode responder, na Justiça, por crime contra a honra pelas ofensas aos ministros do Supremo Tribunal Federal

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou no domingo (21) que a missão das Forças Armadas é defender a democracia, e que o Exército está a serviço da vontade da população brasileira. A afirmação foi feita durante o velório de um paraquedista morto em treinamento.

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(Edição: Sinara Peixoto)