Processo contra Weintraub, prazo de validade da CNH e mais de 24 de junho

As informações mais importantes do começo desta quarta-feira (24)

Da CNN
24 de junho de 2020 às 06:39 | Atualizado 24 de junho de 2020 às 06:47
 
 

O envio do processo por racismo contra Abraham Weintraub à primeira instância e o comunicado da PF de que quer ouvir Jair Bolsonaro (sem partido) no inquérito que apura acusações sobre interferência política na corporação são alguns dos destaques da manhã desta quarta-feira, 24 de junho de 2020.

Interferência na PF

A Polícia Federal quer ouvir o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no inquérito que apura as acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro sobre interferência política na corporação. Ainda não se sabe quando Bolsonaro vai prestar depoimento e se o fará presencialmente ou por escrito.

Caso Queiroz

Apuração do analista Fernando Molica aponta que o Ministério Público do Rio de Janeiro deverá apresentar, até o início da próxima semana, uma denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz por envolvimento em um suposto esquema de corrupção na Alerj. A denúncia seria pelos crimes de peculato e formação de organização criminosa.

Mario Frias

Mario Frias tomou posse como novo secretário especial da Cultura. A pasta estava sem comando desde a saída de Regina Duarte. Ao contrário da posse de Regina, que contou com cerimônia e discurso, Frias assinou o termo, discretamente, ao lado do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Mudança no Código de Trânsito

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que reformula o código de trânsito brasileiro. Uma das principais mudanças é o maior tempo da validade da carteira nacional de habilitação, de cinco para dez anos.

Weintraub

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello decidiu mandar, para a primeira instância, o inquérito que apura se o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub cometeu crime de racismo. Segundo Celso de Mello, como Weintraub foi exonerado, não é mais competência da Corte Suprema analisar a acusação.
 

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(Edição: Sinara Peixoto)