Bolsonaro diz estar com infecção no pulmão, Lava Jato e mais de 31 de julho

As informações mais importantes do começo desta sexta-feira (31)

Da CNN
31 de julho de 2020 às 06:45 | Atualizado 31 de julho de 2020 às 07:16

O pedido de reconsideração, feito por integrantes da força-tarefa da Lava Jato ao STF, sobre compartilhamento de dados sigilosos com a Procuradoria Geral da República (PGR) e a infecção de Bolsonaro no pulmão são alguns dos destaques da manhã desta sexta-feira, 31 de julho.

Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse, durante uma transmissão ao vivo pela internet, que está com uma infecção no pulmão e começou a tomar antibióticos. O presidente, porém, garantiu que está curado da Covid-19. Bolsonaro cumpre agenda de viagem no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (30)

Wentraiub no Banco Mundial

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub foi confirmado como diretor executivo do conselho do Banco Mundial. Ele deve assumir o cargo em agosto e cumpre o mandato que termina em 31 de outubro, quando a posição será novamente aberta para eleição.

Geraldo Alckmin

A Justiça Eleitoral em São Paulo aceitou denúncia contra o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de ter recebido R$ 2 milhões em espécie da Odebrecht em 2010 e mais R$ 9,3 milhões quatro anos depois, quando foi reeleito.

Bloqueio de perfis

O Twitter voltou a bloquear contas de bolsonaristas, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Para poder continuar publicando na rede, alguns dos alvos conseguiram abrir perfis como se estivessem no exterior, mas Moraes reiterou a decisão, que vale agora em âmbito internacional. A rede social disse que a determinação não condiz com a liberdade de expressão vigente no Brasil e irá recorrer.

Lava Jato

Integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro pediram que o ministro Dias Toffoli reconsidere a decisão de entregar todos os documentos relacionados à Operação. Os procuradores alegam que o acesso indiscriminado a provas ofende o direito à privacidade e aumenta as chances de vazamentos.  

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(Edição: Sinara Peixoto)