Soro com anticorpos de cavalo pode neutralizar Covid-19 e mais de 13 de agosto

5 Fatos Tarde, apresentado por Luciana Barreto, repercute principais notícias do Brasil e do mundo 

Da CNN
13 de agosto de 2020 às 13:01

A ameaça de nova debandada por parte de integrantes da ala mais liberal da equipe econômica, a pesquisa brasileira que estuda o uso de anticorpos de cavalo contra a Covid-19 e a alta no volume de serviços prestados no Brasil estão entre os destaques do 5 Fatos Tarde desta quinta-feira, 13 de agosto de 2020. 

Equipe econômica

Integrantes da ala mais liberal da equipe econômica ameaçam pedir demissão nas próximas semanas, a depender de quem o ministro da Economia, Paulo Guedes, escolher como substitutos dos ex-secretários Salim Mattar e Paulo Uebel. Nos bastidores, segundo o colunista Igor Gadelha, membros da equipe econômica ouvidos pela CNN admitem que a disposição é deixar o cargo, caso os escolhidos sejam representantes da máquina pública, em detrimento de pessoas com experiência no mercado.

Acordo de Messer

O doleiro Dario Messer fechou acordo de delação premiada com a Lava Jato e vai devolver R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Ele também foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão. Messer é réu da operação no Rio de Janeiro por lavagem de dinheiro e outros crimes.

Economia

O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 5% em junho, na comparação com maio, interrompendo uma sequência 4 taxas mensais negativas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar da reação, o setor registrou queda recorde de 15,4% no segundo trimestre e ainda segue bem abaixo do patamar pré-pandemia.

Soro contra Covid-19

Pesquisadores brasileiros descobriram que anticorpos de cavalos são até 100 vezes mais potentes contra o novo coronavírus que o plasma de pessoas que tiveram a doença. Eles criaram um soro anti-Covid que pode ser usado no tratamento de pacientes em estágio inicial da doença.

Covid-19 no mundo

O mundo tem mais de 750 mil mortes causadas pelo novo coronavírus, informou a Universidade Johns Hopkins. Em primeiro lugar, os Estados Unidos têm 116 mil mortes. O Brasil ocupa o segundo lugar, com 104 mil e 200 mortes. O total de casos no planeta supera os 20 milhões.

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(Edição: André Rigue)