Futuro da vacina de Oxford, volta às aulas adiada no RJ e mais de 11 de setembro

As informações mais importantes do começo desta sexta-feira (11)

Da CNN
11 de setembro de 2020 às 06:33 | Atualizado 11 de setembro de 2020 às 06:39

A avaliação do Comitê Internacional de Pesquisadores sobre os próximos passos dos testes da vacina de Oxford, após o processo ser suspenso por uma reação adversa séria em voluntária e a suspensão da volta às aulas nas escolas particulares do Rio de Janeiro são alguns dos destaques da manhã desta sexta-feira, 11 de setembro.

Vacina de Oxford

O Comitê Internacional de Pesquisadores deve decidir nesta sexta-feira (11) o que vai acontecer com os testes feitos pela farmacêutica AstraZeneca. A informação é do âncora da CNN, Kenzô Machida. A empresa suspendeu os testes de estágio final da possível vacina contra a Covid-19, após uma reação adversa séria em uma voluntária do estudo.

Preço dos alimentos

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou a possibilidade de controlar a alta dos preços de itens da cesta básica. Ele disse que conversou com o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, para autorizar que os serviços de defesa do consumidor questionem os supermercados sobre os aumentos.

Volta às aulas no RJ

A Justiça do Trabalho suspendeu a volta às aulas presenciais nas escolas e faculdades particulares do Rio de Janeiro. O retorno estava programado para a próxima segunda-feira (14). Na decisão, o juiz afirmou que as aulas não serão retomadas até que todos sejam vacinados ou que se prove que não há qualquer risco para os envolvidos.

São Paulo

Em entrevista à CNN, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), disse que o pior momento da pandemia já passou na capital paulista, mas que a situação ainda é grave. A prefeitura deve decidir na próxima semana se retoma as aulas presenciais no dia 7 de outubro.

Secretário da ONU

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Em sua primeira entrevista para uma televisão brasileira, o secretário-geral da ONU e ex-primeiro ministro de Portugal, Antonio Gutierres, ressaltou à CNN que a Covid-19 deixou o mundo de joelhos e que é preciso unir esforços. Ele também classificou a luta pela preservação do meio ambiente como uma "guerra", em que a reação da natureza pode ser brutal para a humanidade.
 

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(Edição: André Rigue)