Russomanno aparece à frente na corrida eleitoral em SP, segundo Ibope

O deputado tem 24% das intenções de voto, seguido pelo prefeito Bruno Covas que registra 18%. Tecnicamente, os candidatos estão empatados pela margem de erro

Natália Flach, da CNN Brasil, em São Paulo
20 de setembro de 2020 às 11:47
Celso Russomanno, candidato do Republicanos a prefeito de São Paulo: tem 24% de rejeição
Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação

O deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) aparece na liderança da corrida eleitoral, de acordo com a primeira pesquisa Ibope realizada após a confirmação dos candidatos à prefeitura de São Paulo, a pedido da Associação Comercial de São Paulo e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo.

Russomanno tem 24% das intenções de voto, seguido pelo atual prefeito Bruno Covas (PSDB) que registra 18%. Os dois, no entanto, estão tecnicamente empatados pela margem de erro da pesquisa de 3 pontos percentuais (para mais e para menos).

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Na terceira posição, aparecem Guilherme Boulos (PSOL) e Marcio França (PSB) com 8% e 6%, respectivamente. Eles estão tecnicamente empatados. Já Jilmar Tatto (PT) aparece com 1% das intenções de voto, enquanto Joice Hasselmann (PSL) e Arthur do Val (Patriota) têm 2% cada.

Ao todo, o Ibope entrevistou 1.001 eleitores de São Paulo com 16 anos ou mais entre os dias 14 e 20 de setembro. O nível de confiança é de 95% – o que significa que, se esse levantamento fosse realizado 100 vezes com essa mesma metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de erro. A pesquisa foi registrada no TRE-SP com o protocolo SP-04089/2020.

O levantamento mostra ainda a taxa de rejeição dos candidatos. Covas lidera com 30% e Russomanno aparece em segundo lugar, com 24%. No caso de Boulos, 13% disseram que não votariam no candidato de forma alguma, enquanto o apoio o França é descartado por 10%.

As intenções de votos em Bruno Covas são maiores entre pessoas com renda mais alta. Por sua vez, o apoio a Russomanno é maior entre os mais pobres. Ele chega a ter 31% da preferência entre os eleitores com renda familiar de até um salário mínimo.