Economia do governo com home office, ataque em Paris e mais de 25 de setembro

5 Fatos Tarde, apresentado por Luciana Barreto, traz as principais notícias do Brasil e do mundo

Da CNN
25 de setembro de 2020 às 13:29 | Atualizado 25 de setembro de 2020 às 14:38
 

A economia do governo federal com servidores em home office, o retorno de quase 13 milhões de brasileiros ao trabalho presencial e um ataque em Paris são alguns dos destaques da tarde desta sexta-feira, 25 de setembro.

Retorno ao trabalho

O  IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estima que quase 13 milhões de brasileiros afastados do trabalho em maio por causa da pandemia já retomaram as atividades presenciais. A pesquisa mostrou também que  quase seis milhões de pessoas não tomaram medidas de restrição para evitar o contágio pela Covid-19.

Home office

Com servidores trabalhando de casa, o governo federal já economizou cerca de R$1 bilhão durante a pandemia do novo coronavírus, entre abril e agosto. Segundo a analista Basília Rodrigues, o Ministério da Economia informou que este valor considera a redução nos gastos de custeio e diminuição nos pagamentos de auxílios para os servidores, em comparação com 2019.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passou por uma cirurgia para retirada de um cálculo na bexiga hoje pela manhã desta sexta-feira (25). A operação foi realizada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O primeiro boletim médico informou que o procedimento foi realizado sem intercorrências, teve duração de 1h30 e removeu todo o cálculo.

Ataque em Paris

Um ataque com faca deixou pelo menos duas pessoas gravemente feridas perto da antiga redação do jornal satírico Charlie Hebdo, no 11º distrito de Paris, na França. Dois suspeitos foram presos e o departamento antiterrorismo foi acionado para investigar o caso.

Consórcio de vacinas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) liberou R$ 2,5 bilhões para o Brasil aderir ao consórcio de vacinas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o governo, a participação na Covax permitirá que o país possa comprar vacinas para imunizar 10% da população até o final de 2021.

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