Retomada dos testes da Coronavac no Brasil e mais da tarde de 11 de novembro

5 Fatos Tarde, apresentado por Tais Lopes, repercute principais notícias do Brasil e do mundo

Da CNN
11 de novembro de 2020 às 13:28


A autorização da Anvisa para a retomada dos testes da Coronavac, os dados do imunizante russo e o 5G no Brasil estão entre os destaques do 5 Fatos Tarde desta quarta-feira, 11 de novembro de 2020.

Retomada de testes da Coronavac


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quarta-feira (11), a retomada dos estudos da vacina Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Os testes foram paralisados após o registro de um "evento adverso grave".

Congresso quer ouvir Anvisa

O impasse sobre a Coronavac foi parar no Congresso. Os parlamentares decidem se o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, vai ser convidado para prestar esclarecimentos sobre a suspensão dos testes do imunizante à comissão mista.

Sputnik V

A Rússia divulgou hoje resultados provisórios de testes da fase 3 da Sputnik V. Os dados mostram que a vacina tem eficácia de 92% na proteção de pessoas contra a Covid-19. A informação foi divulgada pelo Fundo Soberano do país, que financia o desenvolvimento do imunizante. A eficácia foi calculada com base em 20 casos confirmados de coronavírus que ocorreram tanto em voluntários que tomaram as primeiras duas doses da vacina quanto naqueles que receberam o placebo. De acordo com o governo russo, os resultados devem ser divulgados em uma revista científica em breve.

5G no Brasil

O Brasil aderiu hoje ao programa dos Estados Unidos para excluir a tecnologia chinesa nas estruturas do 5G no país. O governo Bolsonaro anunciou apoio à iniciativa chamada de Clean Network (em português, rede limpa). De acordo com o Itamaraty, o Brasil apoia os princípios contidos na proposta e a intenção do programa de criar uma rede de comunicação que não usa nenhum equipamento de fornecedores não confiáveis.

Mourão 

O vice-presidente Hamilton Mourão deu uma declaração concordando com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre as estatais. "Concordo com ele, era um dos nossos carro-chefe, nós estamos chegando ao final do segundo ano de governo e não conseguimos avançar nessa agenda. É uma frustração", disse. Na terça-feira (10), Guedes tinha falado sobre a tristeza de ainda não ter conseguido uma privatização. 

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(Edição: André Rigue)