EUA podem doar vacinas ao Brasil em maio, alta do IGP-M e mais de 30 de março

5 Fatos Tarde, apresentado por Evandro Cini, repercute as principais notícias do Brasil e do mundo na tarde desta terça-feira (30)

Da CNN, em São Paulo
30 de março de 2021 às 13:57

Líder do governo na Câmara, Ricardo Barros nega risco à democracia brasileira com mudanças ministeriais em entrevista à CNN, Bharat Biotech tem pedido de boas práticas negado pela Anvisa, Estados Unidos podem doar vacinas só em maio e mais da tarde desta terça-feira, 30 de março de 2021.

Certificado negado

A Anvisa indeferiu o pedido de certificação de boas práticas de fabricação de medicamentos da Bharat Biotech, fabricante da Covaxin, vacina contra a Covid-19. Essa etapa é pré-requisito para que os fabricantes de medicamentos recebam autorização para o uso emergencial do imunizante ou o registro definitivo. A inspeção na fábrica indiana foi realizada pela agência brasileira no começo de março.

Sem risco

Em entrevista à CNN, o líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros, disse não ver risco à democracia brasileira com a reforma ministerial realizada pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele sinalizou que o deslocamento dos ministérios se deu por acomodação política.

Vacinas só em maio

O embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, afirmou nesta terça-feira (30) ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que uma eventual doação de vacinas ao Brasil só será possível a partir de maio deste ano. Os dois se reuniram nesta manhã no Ministério da Saúde. Segundo a CNN apurou, na conversa, o embaixador ponderou que há uma lei em vigor nos Estados Unidos que proíbe a exportação de vacinas neste momento, seja por doação, venda ou permuta. Chapman avisou, contudo, que o cenário será reavaliado pelos americanos em abril.

Inflação

O Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) subiu 2,94% em março, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (30). Com o resultado, o índice acumula alta de 8,26% no ano e de 31,10% em 12 meses.

Colapso

Com a saúde pública em colapso, Santa Catarina é o primeiro estado a adotar um protocolo que permite aos profissionais de saúde decidir quais pacientes devem ter prioridade de atendimento em leitos de UTI em caso de esgotamento de recursos e insumos insuficientes para atender todos os doentes.

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