Omar Aziz diz que 'silêncio de Pazuello atrapalha' CPI e mais de 17 de maio

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Da CNN, em São Paulo
17 de maio de 2021 às 14:05 | Atualizado 17 de maio de 2021 às 19:21

Entrevista com o presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz,  morte do ex-prefeito Bruno Covas (PSDB) e conflito entre Israel e Palestina estão entre os destaques do 5 Fatos Tarde desta segunda-feira, 17 de maio de 2021.

Imunização de gestantes  

A partir desta segunda-feira (17) gestantes e pessoas que deram à luz nos últimos 45 dias - com comorbidades - poderão se imunizar contra a Covid-19 em São Paulo. Esta fase da campanha, prevista para iniciar no dia 11 de maio, foi reprogramada após mudanças nas determinações da Anvisa que recomendou a suspensão da vacinação com os imunizantes AstraZeneca para o grupo. A imunização ocorre com a aplicação de doses da Pfizer.

Entrevista com Omar Aziz

Em entrevista à CNN. o presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz, falou que o silêncio do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello seria prejudicial ao andamento da CPI.

Homenagem a Bruno Covas

O ex-prefeito de São Paulo, Bruno Covas, morto neste domingo, vítima de câncer, aos 41 anos será homenageado no Rio de Janeiro. A prefeitura dará o nome do político a um largo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. A decisão é do prefeito Eduardo Paes. Foi confirmada à CNN pela assessoria de imprensa do palácio da cidade e deverá ser oficializada nesta terça-feira (18).

Conflito Israel x Palestina

Israel lançou dezenas de ataques aéreos contra Gaza e militantes do Hamas nesta segunda-feira. De acordo com informações da agência Reuters, também há registros de disparos de foguetes do lado Palestino contra cidades israelenses. Os combates se estendem pela segunda semana em meio a apelos internacionais por um cessar-fogo.

Privatização Eletrobras

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defendeu à CNN a privatização da Eletrobras. Segundo o ministro, a estatal precisa investir R$ 14 bilhões por ano. Mas, em 2020, a empresa conseguiu investir somente R$ 3 bilhões. Com base nessa diferença, o ministro avalia que se não for privatizada, a Eletrobras deixará de existir. "A empresa vai acabar. Em mais quinze anos, ela acaba. Então, é uma necessidade."

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