A relação inversa entre mortes e isolamento social durante a pandemia no Brasil

Lorena Lara, da CNN em São Paulo
25 de agosto de 2020 às 05:30
Podcast E Tem Mais é publicado de segunda a sexta, sempre no início da manhã
Foto: CNN Brasil

O recorde de isolamento social no Brasil foi atingido em 22 de março. Nesse dia, 62,2% da população brasileira ficou em casa, segundo o monitoramento feito pela empresa de tecnologia Inloco. Até aquele dia, o Brasil havia registrado 25 mortes pelo novo coronavírus e pouco mais 1,5 mil casos da doença.

Cinco meses depois do recorde atingido em março, em 23 de agosto, o índice brasileiro de isolamento ficou em 47,9%. Nessa mesma data, a Universidade Johns Hopkins apontava mais de 114 mil mortes pela Covid-19 e mais de 3,6 milhões de casos confirmados da doença.

Por trás dessa aparente contradição, muitas hipóteses: as medidas de flexibilização em todo país, com regras nem sempre claras; necessidade financeira; fadiga do isolamento ou mesmo a negação da pandemia. Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone recebe o psicanalista Christian Dunker para uma conversa sobre o que está fazendo com que tantos brasileiros estejam se expondo mais a riscos hoje do que antes. 

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