Não existe obrigatoriedade, e sim orientação, diz Gorinchteyn sobre vacinação

À CNN, o secretário de saúde de São Paulo falou também sobre as reuniões em Brasília para tratar da Coronavac

Da CNN, em São Paulo
20 de outubro de 2020 às 15:15

Caso a vacina Coronavac – contra a Covid-19 –, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e distribuída à população, a imunização não será obrigatória. É o que afirmou o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em entrevista à CNN nesta terça-feira (20).

“Toda a ritualística de vacinação vai entrar no Programa Nacional de Imunização e ser distribuída pelo Sistema Único de Saúde [SUS] seguindo todas as normativas. Não existe uma obrigatoriedade para o programa, existe um incentivo, orientação, sensibilização da população para isso”, disse.

Segundo o secretário, “não queremos discutir se você é obrigado, mas orientar o por quê seria bom tomar vacinas”.

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E continuou: À medida que alguém toma vacina, o impacto de doença grave e de mortalidade diminui. E o nosso objetivo é salvar vidas”.

Gorinchteyn falou também sobre as reuniões na capital federal para tratar da Coronavac. 

“Temos algumas agendas em Brasília para resolver e discutir saúde de uma forma geral, de Covid-19 e estratégias a serem tomadas. Nada mais coerente e certo que, à medida que estivermos lá, faremos algumas aproximações até mesmo de agradecimento e de apoio que vêm sendo estabelecidos com algumas instituições, até mesmo com a Anvisa”.

(Edição: Sinara Peixoto)