Correspondente Médico: É possível pegar Covid-19 entre as duas doses da vacina?

Neurocirurgião Fernando Gomes explica o tempo que o imunizante precisa para fazer efeito no organismo

Da CNN, em São Paulo
08 de dezembro de 2020 às 09:12 | Atualizado 08 de dezembro de 2020 às 11:47

 
 


No quadro Correspondente Médico desta terça-feira (8), o neurocirurgião Fernando Gomes explica se é possível ser contaminado pelo novo coronavírus entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19, que começou a ser aplicada no Reino Unido nesta terça-feira (8).

"O que a bula garante é que a imunidade vai estar presente um mês depois. Com essas duas doses, o sistema imunológico é estimulado a produzir anticorpos. Se no meio do percurso existir a contaminação pelo vírus real, que produza a doença, você não tem a imunidade garantida e pode desenvolvê-la", conta.

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A possibilidade não é motivo para pânico. "Pode acontecer de a pessoa ter alguns anticorpos produzidos e a doença ser mais branda? Sim, mas não existem dados científicos para afirmar isso na bula do medicamento", completa.

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O neurocirurgião Fernando Gomes no quadro Correspondente Médico (08.dez.2020)
O neurocirurgião Fernando Gomes no quadro Correspondente Médico (08.dez.2020)
Foto: Reprodução/CNN

(Publicado por: André Rigue)