CNN Séries Originais retrata luta nas UTIs contra o colapso na saúde

Segundo episódio da série sobre 1 ano da pandemia da Covid-19 traz imagens inéditas de dentro de hospitais públicos e privados de São Paulo

Da CNN, em São Paulo
20 de março de 2021 às 05:00
UTI Covid-19
Estrutura de hospitais com leitos de UTI e enfermaria para o tratamento da Covid-19
Foto: CNN Brasil

Todos os dias, médicos e enfermeiros deixam suas casas para atuarem em unidades de terapia intensiva (UTI) para salvar pacientes e evitar o colapso do atendimento na saúde, tanto pública quanto particular, um risco real diante da alta dos casos e das mortes diárias pela Covid-19.

No segundo episódio da série "1 ano de pandemia", a reportagem do CNN Séries Originais entra na UTI de diferentes hospitais no estado de São Paulo, retratando a rotina desses profissionais, as angústias e as dificuldades técnicas, com a falta de insumos e condições ideias de trabalho.

Estrutura de hospitais com leitos de UTI e enfermaria para o tratamento da Covid-19
Foto: CNN Brasil

Os registros inéditos mostram a realidade sofrida de quem está entre a vida e a morte nos leitos de terapia intensiva dos hospitais. 

CNN Séries Originais vai ao ar neste domingo (21), às 19h20, na CNN. A CNN está no canal 577 nas operadoras Claro/Net, Sky e Vivo. Para outras operadoras, veja como assistir à CNN.

Assalto ao Banco Central

No quinto e último episódio da série "Roubos Históricos", o CNN Séries Originais conta os desdobramentos do impressionante assalto ao Banco Central de Fortaleza, um roubo de R$ 164 milhões ocorrido em 2005.

A reportagem mostra como o dinheiro virou pesadelo para os assaltantes e como foi o trabalho de investigação da polícia, um quebra-cabeça na caçada pelos criminosos. 

Cédulas de dinheiro roubadas da sede do Banco Central em Fortaleza em 2005
Foto: CNN Brasil

A investigação foi rápida e envolveu a conclusão rápida de que os assaltantes precisariam ter informações privilegiadas. Os investigadores falam também sobre a suspeita de envolvimento da facção criminosa conhecia como Primeiro Comando da Capital (PCC). Ao final, descobriu-se que membros da quadrilha integravam o PCC, mas que o crime não havia sido encomendado pela facção.