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    Raquel Landim

    Raquel Landim

    Com passagens pelos principais jornais do país como repórter especial e colunista, recebeu o prêmio “Jornalista Econômico” de 2022 pela Ordem dos Economistas do Brasil

    Líderes reclamam de operações da PF, e Lira pede sugestão de nova lei

    Deputados enfrentam o assunto com cautela para evitar mais um foco de conflito com Supremo Tribunal Federal

    Líderes reclamam de operações da PF, e Lira pede sugestão de nova lei
    Líderes reclamam de operações da PF, e Lira pede sugestão de nova lei

    Líderes de diferentes partidos fizeram reclamações a Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, sobre operações da Polícia Federal na última reunião sobre a pauta do Congresso, apurou a CNN.

    As falas vieram de representantes do PL, MDB, União Brasil, entre outros. Segundo pessoas presentes, houve reclamações sobre a entrada dos policiais na casa dos parlamentares e uma discussão se a imunidade parlamentar se estende ou não ao gabinete.

    Em resposta às reclamações, Lira afirmou que era preciso um consenso, já que cada lado da polarização política comemora quando o outro é atingido pela PF.

    Ele solicitou que os líderes consultassem os partidos sobre a possibilidade de uma nova regulamentação das operações da PF que atingem parlamentares.

    Um dos textos lembrados foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do deputado Rodrigo Valadares (União Brasil-SE), que exige aprovação da mesa diretora da Câmara antes da tomada de medidas judiciais contra congressistas.

    Os deputados estão tratando o assunto com cautela porque querem evitar mais um foco de conflito com o Supremo Tribunal Federal.

    No entanto, desejam ampliar a imunidade parlamentar e restringir a atuação da PF.

    Duas operações recentes contra os deputados Carlos Jordy e Alexandre Ramagem incitaram os ânimos. Mas, conforme apurou a CNN, a insatisfação já saiu do campo bolsonarista e se alastrou a outros partidos, que já estiveram envolvidos em investigações da PF por corrupção.

    Procurada, a PF não se manifestou. A assessoria do presidente da Câmara, Arthur Lira, também preferiu não comentar.