Governo cria fundos garantidores e será fiador de pequenas e médias empresas

André Jankavski do CNN Brasil Business, em São Paulo
18 de maio de 2020 às 07:18 | Atualizado 18 de maio de 2020 às 08:18
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Foto: CNN Brasil

Os recursos, que somam quase R$ 35 bi, cobrirão 75% e 20% das dívidas, respectivamente, caso as empresas não paguem. Ainda em Brasília, Guedes rechaça internamente a ideia de que será o próximo ministro a deixar o governo e diz ser "duro na queda".

No episódio de hoje:

- Com o avanço da crise econômica causada pelo coronavírus, parlamentares criam propostas para forçar bancos a baixar juros, dar desconto em escolas particulares e até suspender pagamento de serviços essenciais como luz e água;
- Dados da empresa Sigalei pedidos pelo jornal Estado de S. Paulo mostram que há 352 projetos nessa seara;
- O efeito pode ser o contrário do desejado, como por exemplo o fechamento de escolas;
- A Federação dos Bancos enviou nota técnica ao Senado para criticar a tentativa de limitar os juros do cartão de crédito e do cheque especial;
- O governo sai se tornar fiador de pequenas e médias empresas;
- Serão criados dois fundos garantidores que cobrirão 75% e 20% das dívidas, respectivamente, caso as empresas não paguem;
- Em entrevista à CNN, Mansueto afirmou que não sabe quanto tempo irá doar a crise econômica;- Afirmou ainda que o buraco no PIB, estimado em 4,7%, pode ser maior a depender de como os hábitos de consumo do brasileiro mudarem;
- Enquanto os desafios econômicos só aumentam, crescem também as conversas de Paulo Guedes pode ser o próximo ministro a deixar o governo;
- O economista tem dito a assistentes, segundo o jornal Estado de S. Paulo, que é duro na queda e que acredita que sua agenda liberal será levada adiante;
- AGENDA: BC divulga Boletim Focus às 9h. Há expectativa que a previsão do PIB sofra mais uma baixa.