BCs de vários países já têm autonomia

Entre eles, estão: Chile, Nova Zelândia, África do Sul, Albânia, Colômbia, Filipinas, Indonésia, Japão e México

Sede do Banco Central, em Brasília (29.out.2020)
Sede do Banco Central, em Brasília (29.out.2020) Foto: Adriano Machado/Reuters

do Estadão Conteúdo

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Um banco central é considerado independente quando tem o poder para definir, por conta própria, suas metas e objetivos. É o caso da definição da meta de inflação. Ele também tem liberdade operacional para definir como atuará para atingir as metas. As decisões não podem ser alteradas pelos governantes.

Já um banco central é autônomo quando tem liberdade para definir como atuará para atingir suas metas. As metas, por sua vez, não são definidas pelo próprio banco central. No Brasil, a meta de inflação é definida pelo Comitê de Política Monetária (CMN), formado por dois representantes do Ministério da Economia e um do Banco Central. Nesse caso, as decisões do banco central para atingir as metas não podem ser revertidas pelos governantes.

Pelo mundo, diversos países já possuem autonomia ou independência para conduzir a política monetária. São eles: Chile, Nova Zelândia, África do Sul, Albânia, Colômbia, Filipinas, Indonésia, Japão, México, Peru, Polônia, Reino Unido, Rússia, Suécia, Armênia, Coreia do Sul, Gana, Geórgia, Islândia, Israel, República Checa, Romênia, Suíça, Tailândia, Turquia, Estados Unidos e os países-membros da zona do euro (BCE).

 

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