Cresce participação das classes A e B no mercado financeiro

Por outro lado, houve queda entre investidores da classe C

Anne Barbosada CNN

Em São Paulo

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Enquanto pessoas das classes A e B têm investido cada vez mais em ações, títulos privados e fundos de investimento, a classe C não tem conseguido guardar dinheiro.

É isso o que mostra um levantamento sobre movimentações em ano de pandemia feito com cerca de 3.400 pessoas da população economicamente ativa em todas as classes do Brasil.

No ano de 2019, o percentual de investidores da classe A era de 61%. No ano seguinte, já na pandemia, a participação subiu para 71%.

Na classe B, o aumento registrado foi de quase 2%, o que é considerado como uma estabilidade pela pesquisa. Para a classe C, houve uma queda de 23% no número de investidores durante o período da pandemia.

Os valores da renda familiar são um fator importante para entender os reflexos nos investimentos, já que houve um aumento na renda média da classe A de R$ 17 mil para R$ 21 mil. Ao contrário do que foi registrado na classe A, a classe C sofreu com a diminuição do valor da renda familiar, que voltou ao patamar de 2018, com o valor médio de R$ 2.800.

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