Pacheco defende que Senado discuta a extensão do auxílio emergencial

"O auxílio pode se estender por mais um ou dois meses se não for implantando um programa mais perene", afirmou presidente do Senado 

Foto: Reprodução

Natália Flach e Marília Ribeiro, da CNN Brasil, em São Paulo e Brasília

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, é favorável à discussão sobre a extensão do auxílio emergencial, enquanto um programa de renda mínima — ou “renda cidadã” — mais amplo do que o Bolsa Família não for aprovado. Segundo Pacheco, há 5 milhões de pessoas que estão na “porta de entrada” do programa já existente, mas não se enquadram totalmente. 

“Acho que o auxílio emergencial pode ser reeditado, enquanto não há esse outro programa; e é isso que o Senado vai discutir”, disse Pacheco, durante evento promovido pelo BTG Pactual nesta terça-feira (25).

O presidente da Casa afirmou ainda que os valores de R$ 150, R$ 200 e R$ 350 concedidos nessa segunda etapa do auxílio emergencial, que vai durar quatro meses, foram os “possíveis”.

“A discussão sobre o valor acaba com um programa mais perene que alcance mais pessoas do que o Bolsa Família. O auxílio pode se estender por mais um ou dois meses se não for implantando um programa mais perene.” 

Eletrobras

Com a aprovação na Câmara, o texto sobre as regras para a capitalização da Eletrobras tem até o dia 22 de junho para ser apreciado pelo Senado. Segundo Pacheco, os senadores estão empenhados — e já há inclusive discussões em andamento sobre a pauta. 

“Em nenhum momento houve qualquer tipo de atraso deliberado para caducar uma MP [medida provisória], portanto, esta MP tem por parte do Senado o tratamento que a ela deve ser dado. Haverá debate e dentro do prazo estipulado será apreciada.”

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