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    Petróleo fecha em alta, com atuação do G7 contra Rússia no radar

    Opep+ deve manter o plano já traçado para o próximo mês, com aumento gradual da oferta

    Pôr do sol atrás de refinaria de petróleo da Total Grandpuits no sul de Paris, França.
    Pôr do sol atrás de refinaria de petróleo da Total Grandpuits no sul de Paris, França. 01/03/2021 REUTERS/Christian Hartmann

    Gabriel Bueno da Costa, do Estadão Conteúdo

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    Os contratos futuros de petróleo registraram ganhos, nesta segunda-feira (27). Notícias do G7 estiveram no radar, sobretudo a possibilidade de que o grupo atue para fixar um preço máximo para o petróleo da Rússia.

    O G7 ainda renovou compromissos de avançar por mais energia limpa, para ajudar a controlar o aquecimento global. Além disso, investidores acompanharam outras movimentações com potencial para influir na oferta e na demanda do setor.

    O petróleo WTI para agosto fechou em alta de 1,81% (US$ 1,95), a US$ 109,57 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para setembro subiu US$ 1,72 (US$ 1,88) a US$ 110,98 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

    Os contratos mostraram volatilidade durante a sessão. Segundo fonte do governo americano, o G7 negocia proposta, durante cúpula na Alemanha, para fixar um teto nos preços de importações do petróleo russo. O acordo estaria próximo, de acordo com a fonte.

    Em comunicado nesta segunda, o grupo reafirmou que trabalhará para limitar o uso de energia fóssil e caminhar para avançar em energias renováveis.

    O Commerzbank afirma que os países do G7 já não compram petróleo da Rússia e questiona se o grupo teria poder de impor esse limite no preço, diante do fato de que já há um desconto no mercado para o petróleo russo, no quadro atual.

    Em relatório a clientes, o banco ainda destaca expectativa pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), na quinta-feira. Para o Commerzbank, a Opep+ deve manter o plano já traçado para o próximo mês, com aumento gradual da oferta.

    Já segundo a Reuters, a França atua para que Irã e Venezuela retornem ao mercado de petróleo, a fim de aliviar o aperto russo no fornecimento de energia, que elevou os preços globais.

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