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    BCs devem ser “teimosos” no combate à inflação, diz chefe do FMI

    Se a política fiscal e a política monetária funcionarem bem, o ano que vem pode ser menos doloroso, disse Georgieva nesta quarta-feira (14)

    Kristalina Georgieva afirmou que, se a política fiscal não for suficientemente focalizada, ela pode se tornar o "inimigo da política monetária, alimentando a inflação"
    Kristalina Georgieva afirmou que, se a política fiscal não for suficientemente focalizada, ela pode se tornar o "inimigo da política monetária, alimentando a inflação" REUTERS/ Hereward Holland

    da Reuters

    As autoridades de bancos centrais devem ser persistentes no combate à inflação disseminada, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta quarta-feira (14), admitindo que muitos economistas estavam errados quando previram no ano passado que a alta dos preços arrefeceria.

    “A inflação é teimosa, é mais disseminada do que pensávamos que seria”, disse ela, “e o que isso significa é… que precisamos que os banqueiros centrais sejam tão teimosos em combatê-la quanto a inflação tem, comprovadamente, sido”.

    Se a política fiscal e a política monetária funcionarem bem, o ano que vem pode ser menos doloroso, disse ela.

    Mas, se a política fiscal não for suficientemente focalizada, ela pode se tornar o “inimigo da política monetária, alimentando a inflação”.