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    China proíbe venda de chips da Micron e pode aumentar tensão comercial com EUA

    Regulador do ciberespaço chinês disse que maior fabricante de chips de memória dos Estados Unidos foi reprovada em sua revisão de segurança de rede

    Micron gerou US$ 5 bilhões em receita na China, incluindo US$ 1,7 bilhão em Hong Kong no ano passado, cerca de 16% de sua receita total
    Micron gerou US$ 5 bilhões em receita na China, incluindo US$ 1,7 bilhão em Hong Kong no ano passado, cerca de 16% de sua receita total Reuters/Florence Lo/Foto ilustrativa

    Por Joyce Lee e Brenda Goh, da Reuters

    Um movimento de Pequim para barrar a venda de chips de memória da empresa norte-americana Micron Technology para as principais indústrias do país aumentou as tensões em uma disputa comercial em andamento com Washington.

    O órgão regulador do ciberespaço da China disse na noite de domingo que a maior fabricante de chips de memória dos Estados Unidos foi reprovada em sua revisão de segurança de rede e que impedirá que operadoras de infraestrutura crucial comprem da empresa, sem fornecer detalhes sobre quais riscos encontrou ou quais produtos da empresa serão afetados.

    O diretor financeiro da empresa, Mark Murphy, disse em uma conferência na segunda-feira que a empresa estava confusa sobre quais as preocupações da China.

    Ele disse que as vendas diretas e indiretas da Micron para empresas sediadas na China representam cerca de um quarto de sua receita total.

    “Atualmente, estamos estimando uma faixa de impacto de um percentual de um dígito baixo da receita total de nossa empresa na extremidade inferior e um percentual de um dígito alto da receita total da empresa na extremidade superior”, disse.

    Em Nova York, as ações caíam cerca de 4%. Outros fabricantes de chips dos Estados Unidos com grande exposição à China, como a Qualcomm, recuava cerca de 1%, enquanto Intel rondava a estabilidade e Broadcom recuava 0,5%.

    A Micron gerou US$ 5 bilhões em receita na China, incluindo US$ 1,7 bilhão em Hong Kong no ano passado, cerca de 16% de sua receita total.