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    Locadoras de veículos devem fechar 2022 com 30% de crescimento

    Dados foram divulgados na 17ª edição do Fórum Internacional do Setor de Locação de Veículos, que ocorreu entre os dias 22 e 23, em São Paulo

    De julho a outubro deste ano, as locadoras compraram 233.540 veículos
    De julho a outubro deste ano, as locadoras compraram 233.540 veículos REUTERS/Ueslei Marcelino

    Daniela Mallmannda CNN

    Belo Horizonte

    A estimativa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla) é que o setor compre entre 600 mil e 700 mil carros em 2023.

    De julho a outubro deste ano, as locadoras compraram 233.540 veículos. No total, até o mês passado, a soma chega a 457.410 veículos. Em 10 meses, as locadoras já compraram 3,5% a mais do que todo o ano de 2021. O levantamento foi feito a partir de dados do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

    A projeção de compras para os meses de novembro e dezembro é de 55 mil a 60 mil carros por mês. Assim sendo, a estimativa é de terminar o ano com 575 mil veículos emplacados, um crescimento de 30% sobre as aquisições feitas em 2021 (441 mil veículos).

    Segundo o presidente da Abla, Marco Aurélio Nazaré, esses resultados ratificam que o setor de aluguel de carros continua essencial para a retomada das vendas de veículos. “Esse crescimento e diversificação da frota das locadoras também vai ao encontro do desejo de atendimento cada vez mais personalizado por parte de empresas e de pessoas físicas”, afirma.

    Além disso, admite que as locadoras ainda enfrentam dificuldades na compra de veículos, sobretudo os modelos de entrada, mesmo assim, os prazos de entrega estão caindo, pico da pandemia, as locadoras chegaram a ter de esperar 180 dias por um veículo, prazo que hoje está abaixo de 30 dias em alguns modelos.

    Ainda segundo Nazaré, a associação está apreensiva com a política econômica do próximo governo. Logo após a eleição, empresas ligadas ao setor de turismo chegaram a disparar na bolsa, diante da visão de que o novo presidente tende a dar uma fortalecida no poder de compra do brasileiro com um ganho real do salário mínimo.