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    Ministério estuda promover show com artistas nacionais no RJ para arrecadar recursos ao RS

    Dinheiro seria usado na reconstrução de infraestruturas turísticas — o que inclui espaços de visitação, mas também empreendimentos viários, como estradas e pontes

    Vista aérea da enchente que atinge a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Foto: MIGUEL NORONHA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO
    Vista aérea da enchente que atinge a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Foto: MIGUEL NORONHA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO undefined

    Danilo Moliternoda CNN

    O Ministério do Turismo estuda promover um show com “artistas de renome nacional” no Rio de Janeiro. O objetivo será arrecadar recursos a serem utilizados na reconstrução de infraestruturas turísticas no Rio Grande do Sul — o que inclui centros de eventos e espaços de visitação, mas também empreendimentos viários, como estradas e pontes.

    A informação foi confirmada pelo ministro do Turismo, Celso Sabino, em reunião com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e outros parlamentares, nesta quarta-feira (22). O titular da pasta não deu mais detalhes sobre a promoção do evento.

    No encontro, o ministro também anunciou que, na posição de homenageado na Feria Internacional de Turismo (FIT), que acontece em Buenos Aires em setembro, o Brasil priorizará a divulgação de atrações do estado. A Argentina é o principal emissor de turistas ao Brasil e principal emissor estrangeiro de turistas ao Rio Grande do Sul.

    A pasta também trabalha para que a Feira Internacional de Turismo (Fitur), que acontece em Madri (ESP) no mês de janeiro, homenageie o turismo gaúcho.

    Parlamentares e Eduardo Leite levaram novas demandas ao ministro na ocasião. Eduardo Leite pediu recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para socorrer a atividade no estado. Até o momento, foram previstos pelo governo federal R$ 200 milhões em ajuda.

    O Fungetur prevê até cinco anos de carência e tem taxas de juros que hoje vão de 6% a 8% ao ano — tornando-se uma das linhas mais atrativas para a indústria do turismo. Uma das medidas adotadas pelo ministério foi a suspensão, por até seis meses, do pagamento pelo crédito tomado — no caso dos gaúchos.

    Para a realização de obras, foi ampliado de 240 para 246 meses o prazo de amortização, além de elevar de 60 para 66 meses o prazo de carência. Já para a compra de equipamentos, a amortização foi aumentada de 120 para 126 meses, e a carência de 48 para 54 meses.

    O financiamento de capital de giro, por sua vez, teve o prazo de pagamento igualmente dilatado de 120 para 126 meses, com prazo de carência expandido de 24 para 30 meses.

    Após a reunião, Eduardo Leite deve entregar ao ministro Celso Sabino um documento com as demandas. O documento incluirá sugestões tributárias, como a desoneração de IPI a equipamentos de’ linha branca” — itens relevantes para atuação de hotéis, bares e restaurantes e que foram perdidos em meio às chuvas