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    Petróleo fecha em queda, com baixo crescimento da China e Fed no radar

    Valorização do dólar ante rivais também pesou sobre os negócios, ao tornar mais cara a commodity para detentores de outras moedas

    Segundo a Bloomberg, o G7, que reúne os sete países mais industrializados do mundo, deve anunciar na próxima quarta-feira um teto para o preço do petróleo da Rússia
    Segundo a Bloomberg, o G7, que reúne os sete países mais industrializados do mundo, deve anunciar na próxima quarta-feira um teto para o preço do petróleo da Rússia Vista do terminal de petróleo bruto Kozmino na costa da Baía de Nakhodka, perto da cidade portuária de Nakhodka, Rússia, 12 de agosto de 2022. REUTERS/Tatiana Meel

    Natália Coelho, do Estadão Conteúdo

    Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda, em sessão marcada pela perspectiva de baixo crescimento na China e mais aperto monetário nas economias desenvolvidas, que podem agravar a desaceleração econômica e alimentar os temores de recessão global. A valorização do dólar ante rivais também pesou sobre os negócios, ao tornar mais cara a commodity para detentores de outras moedas.

    Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para janeiro fechou em baixa de 1,58% (US$ 1,56), a US$ 80,08 o barril, enquanto o Brent para janeiro de 2023 negociado na Intercontinental Exchange (ICE) recuou 2,41% (US$ 2,16), a US$ 87,62 o barril. Na semana, os recuos foram de 9,98% e 8,71%, respectivamente.

    Segundo a Capital Economics, o aumento dos casos de covid-19, uma das principais compradoras do óleo do mundo, levantou preocupações sobre a demanda por commodities. “Embora ainda esperemos que o preço do petróleo suba um pouco a partir daqui, com a entrada em vigor de sanções mais rígidas da União Europeia ao petróleo russo em dezembro, os bloqueios persistentes nas principais cidades chinesas são o principal risco negativo para nossa previsão”. O Commerzbank projeta uma estabilização dos preços do petróleo em breve, “à medida que fica claro o quanto a oferta vai diminuir”.

    Segundo a Bloomberg, o G7, que reúne os sete países mais industrializados do mundo, deve anunciar na próxima quarta-feira (23) um teto para o preço do petróleo da Rússia.

    A presidente da Federal Reserve de Boston, Susan Collins, falou mais cedo que suas opiniões estão abertas quanto à intensidade do aumento dos juros em dezembro, reforçando a necessidade mais elevações das taxas para conter a inflação.

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