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    Petrobras conclui análise de indicados e trocas no Conselho devem ficar para o meio de agosto

    Comitê de Elegibilidade da estatal se reuniu nesta quarta-feira para analisar nove nomes

    Pedro Duranda CNN

    No Rio de Janeiro

    O presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Márcio Weber, decidiu convocar uma reunião para a próxima segunda-feira (18/7) em que deve ser convocada a Assembleia Geral Extraordinária. Na assembleia, os acionistas votarão nos novos componentes do Conselho de Administração, incluindo os futuros ocupantes das cadeiras que o governo federal detém. Weber afirmou à CNN que a assembleia deve ficar para 18 de agosto.

    O avanço no processo de trocas na alta administração da petrolífera só é possível porque o Comitê de Elegibilidade da Petrobras concluiu no início da noite desta quarta-feira (13) a análise dos nomes dos indicados.

    São nove candidatos ao Conselho de Administração para sete cadeiras em jogo. Duas hoje pertencem a acionistas minoritários e cinco ao governo federal. Os acionistas querem reconduzir os já componentes do colegiado, Juca Abdalla e Marcelo Gasparino.

    Já o governo indicou cinco nomes novos e dois de atuais conselheiros, que são vistos como “margem de manobra”, caso um dos cinco seja impedido de assumir o posto ao longo do processo ou desista, como já aconteceu com outros postulantes ao comando da Petrobras.

    Os nomes dos candidatos a estreantes são Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, número 2 do ministério da Casa Civil; Gileno Barreto (também indicado como Presidente do Conselho de Administração), presidente do Serpro; Ricardo Soriano de Alencar, Procurador-Geral da Fazenda Nacional; Iêda Cagni, presidente do Conselho do Banco do Brasil; e Edison Antônio Costa Britto Garcia, presidente do Conselho de Administração do BRB, o Banco de Brasília.

    Márcio Weber, atual presidente do Conselho de Administração, e Ruy Schneider são os veteranos indicados pelo governo.

    Uma ata da reunião do Comitê de Elegibilidade será publicada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em até sete dias com o resultado da análise e sugestões para minimizar eventuais conflitos de interesses dos indicados. A CNN já revelou que três desses cinco potenciais estreantes indicados pelo governo tiveram ressalvas apontadas ao longo do processo de checagem de antecedentes.

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