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    Secretaria do TCU pede informações à Caixa sobre consignado do Auxílio Brasil

    Parecer do órgão pede ainda uma manifestação da instituição após MP do TCU pedir suspensão do consignado, alegando possível interferência política nas eleições

    CNN procurou a Caixa para uma manifestação sobre o tema, e aguarda um posicionamento da instituição
    CNN procurou a Caixa para uma manifestação sobre o tema, e aguarda um posicionamento da instituição Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo

    Elis Barretoda CNN

    em Brasília

    A Secretaria de Controle Externo do Sistema Financeiro Nacional do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um parecer recomendando diligências e informações à Caixa Econômica Federal sobre o consignado do Auxílio Brasil.

    O documento é uma resposta ao pedido do Ministério Público do TCU pela suspensão do consignado, alegando que a utilização da medida tem finalidade “meramente eleitoral e em detrimento das finalidades vinculadas do banco”.

    No parecer, a Secex Finanças propõe “determinar, nos termos do art. 276, § 2º, do Regimento Interno/TCU, a oitiva prévia da Caixa Econômica Federal, para que, no prazo de até cinco dias úteis, manifeste-se sobre a representação formulada pelo Subprocurador-Geral Lucas Rocha Furtado do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU)”.

    Além da manifestação sobre o pedido do subprocurador, a secretaria pede ainda, em um prazo de cinco dias, informações sobre o volume, requisitos, valor médio e prazos de recursos já contratados, e esclarecimentos e justificativas para o início da concessão do empréstimo consignado para beneficiários do Auxílio Brasil e do BPC.

    O documento pede ainda esclarecimentos sobre a linha de crédito destinada ao público feminino do programa “Caixa para elas – Empreendedoras”.

    Agora, após as recomendações da unidade técnica, o ministro relator do processo, Aroldo Cedraz, precisa decidir sobre o pedido do MP do TCU e sobre as recomendações da Secex Finanças.

    Procurada pela CNN, a Caixa disse que “não se manifesta sobre procedimentos em curso.”