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    Estudos para privatização da Sabesp devem ser feitos por agência do Banco Mundial, diz Tarcísio

    Governador de São Paulo afirma que motivos são bons, mas que privatização deve ficar para 2024

    Foto: Reprodução/Facebook

    Bruno Luiz, Cynthia Decloedt e Altamiro Silva Jr., do Estadão Conteúdo

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta quarta-feira (5), que vai assinar contrato com a IFC, uma agência do Banco Mundial, na próxima semana, para realização de estudos sobre uma possível privatização da Sabesp, companhia de saneamento básico do estado.

    “Estou otimista com a privatização da Sabesp, porque os motivos são bons. É uma empresa que tem custo por pessoa que é mais que o dobro do custo da iniciativa privada. O custo de ligação é mais que o dobro do custo da iniciativa privada”, citou o governador durante participação no Brazil Investment Forum, organizado pelo Bradesco BBI.

    Tarcísio voltou a dizer que a privatização da empresa deve ficar para 2024. “Ideia é estruturar [a privatização da Sabesp] e ter condições de fazer no ano que vem”, estimou.

    O governador declarou que o modelo de venda da companhia vai prever investimentos em municípios com operação menos rentável para iniciativa privada. “O contrato [de privatização] vai amarrar essas servidões, as obrigações da Sabesp com os municípios menos atraentes do ponto de vista da operação”, explicou.

    A Sabesp é a “joia da coroa” de um plano de 15 concessões do governo Tarcísio. Além da companhia, o projeto prevê a privatização da Emae e a concessão do Trem Intercidades São Paulo-Campinas.

    O governador citou também que o estado deve fazer concessão de 1,8 mil km de rodovias estaduais, a exemplo da ligação Mogi-Bertioga.