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    Taylor, Beyoncé e Barbie estão entre as 100 mulheres mais poderosas do ano da Forbes

    Ranking realizado pela Forbes concedeu a primeira posição à Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

    Taylor Swift, Beyoncé e Barbie estão entre as 100 mulheres mais poderosas de 2023, segundo a Forbes
    Taylor Swift, Beyoncé e Barbie estão entre as 100 mulheres mais poderosas de 2023, segundo a Forbes Reprodução/Instagram

    Ana Beatriz Diasda CNN

    A revista Forbes divulgou nesta terça (05) uma lista com as 100 mulheres mais poderosas de 2023. Entre nomes do meio político, financeiro e tecnológico, também se destacam artistas como Taylor Swift e Beyoncé, além da boneca Barbie.

    Taylor Swift ficou na 5ª posição, enquanto Beyoncé sobe para a 36ª depois de ter ocupado o 80º lugar em 2022. A tão queridinha Barbie ficou em 100º – posição atribuída todos os anos a uma figura que não é a imagem tradicional de poder, mas que definiu o ano de sua maneira.

    Como sempre, a lista da revista estadunidense de 2023 foi determinada por quatro métricas principais: dinheiro, mídia, impacto e esferas de influência. Entre as lutas enfrentadas por mulheres neste ano, a Forbes destaca a autonomia reprodutiva das mulheres na América, o acesso à educação no Afeganistão e a proteção contra a violência baseada no gênero em zonas de conflito como a Ucrânia e Gaza.

    Entre as 100 mulheres, o maior destaque deste ano é Úrsula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia – a primeira mulher a ocupar o cargo, que é responsável pela legislação que afeta mais de 450 milhões de europeus. Outras mulheres se destacam em outros cargos de liderança, como é o caso da vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, que ocupa o terceiro lugar do ranking.

    Confira a lista das 10 mulheres mais poderosas de 2023, segundo a Forbes:

    1. Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia
    2. Christine Lagarde, Presidente do Banco Central Europeu
    3. Kamala Harris, Vice-Presidente dos Estados Unidos
    4. Giorgia Meloni, Primeira-ministra da Itália
    5. Taylor Swift, cantora norte-americana
    6. Karen Lynch, Presidente da CVS Health
    7. Jane Fraser, Diretora executiva/CEO do Citigroup
    8. Abigail Johnson, Presidente e CEO de Fidelity Investments
    9. Mary Barra, CEO da General Motors
    10. Melinda French Gates, Copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates

    O fenômeno Taylor Swift

    Após uma turnê mundial que quebrou recordes, a artista de 33 anos está entre as 5 mulheres mais poderosas e influentes de 2023.

    No ano passado, Taylor já estava na lista, mas em 79º lugar. Vale ainda mencionar que a dona do hit feminista “The Man” já acumula um patrimônio líquido de 1,1 mil milhões de dólares. Segundo informações da Forbes, o sucesso da turnê “The Eras Tour” tornou Swift bilionária, tornando-a uma das poucas artistas a alcançar o status de dez dígitos, assim como Rihanna.

    Taylor Swift em show da “The Eras Tour” no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro / Reprodução/Instagram

    A abelha-rainha: Beyoncé

    Em 36º lugar, a cantora norte-americana também fez um sucesso estrondoso com a sua turnê “Renaissance”.

    De acordo com a Forbes, ela vendeu 2,7 milhões de ingressos, arrecadando quase US$ 600 milhões em 56 shows, segundo a Pollstar. Ela também transformou a Renaissance em uma linha de moda e em um filme, que arrecadou US$ 21 milhões no mercado interno em seu primeiro fim de semana. Número que representa a melhor abertura para um filme do início de dezembro em duas décadas.

    Beyoncé usando um look preto durante a "Renaissance World Tour"
    Com a turnê “Renaissance”, Beyoncé fez 59 shows em 39 cidades / Reprodução/Instagram

    Hi Barbie!

    Barbie é a primeira personagem fictícia a ser selecionada como uma das mulheres mais poderosas do mundo pela Forbes, que reuniu outras 99 mulheres de relevância na lista deste ano.

    Com o filme dirigido por Greta Gerwig, a Barbie, se tornou um símbolo ainda maior de empoderamento feminino. Com mais de 60 anos, a Barbie está no auge da sua influência.

    Vale ainda mencionar que o longa arrecadou US$ 1,4 bilhão nas bilheterias globais, o que transformou Greta na primeira mulher a dirigir um filme com mais de US$ 1 bilhão como diretora solo.

    Margot Robbie em “Barbie” / Divulgação/Warner Bros.