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    Thiago Braz mostra confiança em excluir pena para disputar Olimpíada de Paris 2024

    Brasileiro do salto com vara pegou 16 meses de suspensão por doping e está fora da competição na França

    Thiago Braz em ação na final do salto com vara na Olimpíada de Tóquio 2020
    Thiago Braz em ação na final do salto com vara na Olimpíada de Tóquio 2020 Foto: Matthias Schrader - 3.ago.2021/AP

    Da CNN

    Thiago Braz se posicionou da suspensão que o tirou da Olimpíada de Paris 2024, e emitiu uma nota sobre o caso em suas redes sociais. O atleta do salto com vara foi suspenso por 16 meses após violar as regras antidoping, de acordo com a Unidade de Integridade do Atletismo (AIU).

    Na nota, o brasileiro reitera que sua defesa pretende apelar na Corte Arbitral (última instância) da suspensão, divulgada nesta terça-feira (28) pela World Athletics, e está confiante em reduzir ou excluir a sanção para que ele consiga participar da competição na capital francesa.

    Ouro na Rio 2016 e medalhista de bronze em Tóquio 2020, Thiago Braz estava suspenso provisoriamente desde julho de 2023, após ter sido pego no doping com a substância ostarina, utilizada para o aumento de massa muscular. Com a punição, Thiago só poderá voltar a competir em novembro deste ano, três meses após Paris 2024.

    Veja a nota oficial

    O resultado do julgamento no Tribunal do World Athletics foi extremamente positivo, especialmente considerando que a World thletics acusava-o de doping intencional, pleiteando a aplicação de uma sanção de 4 anos de inelegibilidade.

    “Entretanto, após dois dias de audiências em Londres, os argumentos de defesa do atleta prevaleceram e restou comprovado que na verdade Thiago Braz foi vítima de contaminação de suplementos (uma violação não intencional; com ausência de culpa significativa), reduzindo a solicitada pena de 48 meses para apenas 16 meses de inelegibilidade. De acordo com a decisão de primeira instância, Thiago Braz estará livre para treinar em setembro e para competir em novembro de 2024”, explicou Marcelo Franklin, advogado responsável pelo caso.

    Entretanto, sob o entendimento de que os 16 meses continuam desproporcionais ao baixíssimo nível de responsabilidade atribuível ao atleta, desde a semana passada, a defesa de Thiago interpôs apelação na Corte Arbitral da Suíça e está confiante em excluir a sanção ou reduzir ainda mais o período de inelegibilidade imposto, de modo a que o atleta possa participar livremente da Olimpíada de Paris 2024. Thiago Braz reserva-se ao direito de manifestar-se publicamente apenas após o julgamento final do CAS.

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